Desde a legislação atribuída a Licurgo, as mulheres possuíam papel de destaque em Esparta. Até os sete anos recebiam a mesma educação que os homens. Após essa idade, ocorria uma distribuição das funções.
Os homens dedicavam-se aos cuidados com a guerra e à política interna. As mulheres de Esparta deviam dedicar-se a exercícios físicos para darem a luz filhos saudáveis e robustos e recebiam treinamento de guerra, caso fosse necessário defender a cidade.
Elas podiam possuir propriedades e administravam os bens da família enquanto seus maridos participavam das atividades guerreiras.